Seu código de barras em um minuto: EAN-13, Code 128 e mais quatro formatos. Baixe o PNG pra etiqueta ou pra ficha do produto, tudo direto no navegador
Aceita: letras sem acento e números
Escolha um dos seis formatos (Code 128, EAN-13, EAN-8, UPC-A, Code 39 ou ITF-14), digite o valor e a prévia se atualiza na hora. O PNG baixa direto da aba do navegador, sem instalar nada. Trocar de formato já coloca um valor de exemplo válido, assim a prévia nunca fica quebrada enquanto você decide, e o Code 39 passa as letras minúsculas pra maiúsculas sozinho. No EAN-13, no EAN-8, no UPC-A e no ITF-14 dá pra digitar sem o último dígito, e a ferramenta calcula o dígito verificador.
O Code 128 é o de uso geral: codifica todo o conjunto ASCII, então letras sem acento, números e pontuação cabem, e de forma compacta, por isso é a escolha comum pra SKU, etiqueta de gôndola, controle de patrimônio e referência de envio. O EAN-13 é o código de barras mais usado no mundo pra identificar produto no varejo, segundo a GS1 Brasil, e o EAN-8 é a versão curta dele, pra embalagem pequena. O UPC-A é o equivalente de doze dígitos da América do Norte. O Code 39 é mais antigo e ocupa mais espaço pro mesmo conteúdo, mas continua comum na cadeia de suprimentos automotiva e de defesa. O ITF-14 (o símbolo que leva o DUN-14) codifica um número de catorze dígitos e vai na caixa de transporte, não na unidade que está dentro dela.
Um código de barras é o desenho de um número, e o desenho é a parte fácil. Segundo a GS1 Brasil, só ela pode emitir prefixos GS1 no país, e pra ter um EAN-13 válido a empresa precisa se associar a ela. Os códigos registrados pela GS1 Brasil começam com 789 ou 790, e esse prefixo diz onde o número foi registrado, não onde o produto foi fabricado. Um número de treze dígitos inventado pode já pertencer ao produto de outra empresa, então crie à vontade pro que você lê dentro da sua própria operação, mas tenha um número de verdade antes de qualquer coisa ir pra prateleira.
Três coisas estragam código de barras na prática. Esticar o código na horizontal pra preencher um espaço muda a proporção entre a largura das barras e os espaços, que é o que o leitor mede, então redimensione sempre mantendo a proporção. Cortar rente às barras tira a zona de silêncio, a margem em branco que o leitor usa pra achar o começo e o fim do símbolo. E imprimir pequeno demais, ou em etiqueta áspera ou brilhante, faz as barras finas se misturarem. Deixe o número visível embaixo das barras quando alguém pode precisar digitar o código à mão, depois ajuste o PNG ao tamanho da etiqueta com a ferramenta de redimensionar imagem, no modo Ajustar, que mantém o código inteiro. Pra um código que guarda um link em vez de um número, use o gerador de QR code.
EAN-13 pra produto vendido no varejo no Brasil e na maior parte do mundo, UPC-A pra produto vendido nos Estados Unidos e no Canadá, EAN-8 quando a embalagem é pequena demais pros treze dígitos. Code 128 pra tudo que é interno (SKU, endereço no estoque, ordem de serviço), porque ele aceita letras além de números. O ITF-14, o símbolo que leva o DUN-14, vai na caixa de transporte e não no produto.
O valor não combina com o formato. O EAN-13 aceita 12 ou 13 dígitos, o EAN-8 7 ou 8, o UPC-A 11 ou 12 e o ITF-14 13 ou 14, e no tamanho completo o último dígito tem que ser o dígito verificador certo. O Code 128 não tem letra com acento, então digite ACUCAR e não AÇÚCAR. A dica embaixo do campo mostra a regra do formato escolhido, e quando o valor foge dela a prévia avisa em vez de desenhar um código que o leitor não ia conseguir ler.
Não pra um produto que vai pra prateleira. No Brasil o prefixo desses números vem da GS1 Brasil, a única organização autorizada a emitir prefixos GS1 no país, e a empresa associada numera os próprios produtos dentro dele, por isso os números registrados aqui começam com 789 ou 790. Um número inventado pode já ser de outra empresa, e esta ferramenta só desenha o símbolo de um número que você já tem. Pra mercadoria que você só lê dentro do seu próprio estoque, qualquer valor em Code 128 serve.
É o dígito verificador, calculado a partir dos doze anteriores. O leitor refaz a conta e rejeita a leitura quando ela não bate, é isso que impede uma barra borrada de virar outro produto. Digite só os doze primeiros e a ferramenta calcula o último pra você, digite os treze e ela recusa um valor cujo dígito verificador não fecha.
Um PNG com o número impresso embaixo das barras, a não ser que você desmarque essa opção. Na etiqueta, mude o tamanho mantendo a proporção, porque esticar só a largura altera a relação entre barras e espaços, e é essa relação que o leitor mede. Deixe também a margem branca nas duas pontas, o leitor usa essa margem pra achar onde o código começa.
Não. O código de barras é desenhado na aba do seu navegador, então o valor que você digita não sai do seu aparelho, e não tem conta pra criar nem limite de quantos códigos você gera.